A disseminação do modelo de educação inclusiva, através da inclusão de alunos, com condições de deficiências na escola regular, origina novos desafios para a formação de professores. Já não se trata de formar professores para alunos que são educados num modelo segregado, mas sim, professores que são capazes de trabalhar com eficácia em turmas assumidamentes heterogeneas. Para isto é necessário um novo olhar para os saberes, as competencias e as atitudes que são necessárias para se trabalhar com classes inclusivas.
Deve-se assim proporcionar ao professor um conjunto de experiências que não só lhe revelem novas perspectivas teóricas sobre o conhecimento, mas que tambem o impliquem em situações empíricas que lhes permitam aplicar este conhecimento num contexto real. Para que isso possa ocorrer, a formação acadêmica de professores em relação a inclusão deveria toda ela ser feita contemplando em cada disciplina a elaboração dos conteúdos que pudessem conduzir a uma atuação inclusiva. Pois se os formadores saem das universidades sem saber como lecionar estes conteúdos para os alunos surdos, nas suas áreas disciplinares, logo, essa falta de competencia poderá criar graves problemas para o sucesso dos alunos.
Deve-se assim proporcionar ao professor um conjunto de experiências que não só lhe revelem novas perspectivas teóricas sobre o conhecimento, mas que tambem o impliquem em situações empíricas que lhes permitam aplicar este conhecimento num contexto real. Para que isso possa ocorrer, a formação acadêmica de professores em relação a inclusão deveria toda ela ser feita contemplando em cada disciplina a elaboração dos conteúdos que pudessem conduzir a uma atuação inclusiva. Pois se os formadores saem das universidades sem saber como lecionar estes conteúdos para os alunos surdos, nas suas áreas disciplinares, logo, essa falta de competencia poderá criar graves problemas para o sucesso dos alunos.
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